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As rotinas de trabalho estão cada vez mais automatizadas e facilitadas pelos serviços online. Com isso, há um grande número de transações que podem ser realizadas por meio eletrônico, e, para garantir a segurança desses processos, você pode contar com vários tipos de certificados digitais.

O certificado digital é como a sua assinatura na Internet. É ele que garante autenticidade aos documentos que você transmite e torna mais seguros os procedimentos de sua empresa na web.

Mas, você sabe qual o melhor tipo de certificado digital para o seu negócio?

Neste artigo, você vai conhecer os modelos disponíveis, seus usos, vantagens e desvantagens, para que você possa tomar sua decisão de forma mais consciente, considerando o que melhor atende às suas necessidades.

 

Quais os principais tipos de certificados digitais?

Atualmente, há 12 tipos de certificados digitais, divididos entre assinatura digital e de sigilo. Eles são utilizados de acordo com a aplicação necessária e, algumas vezes, será necessário contar com mais de um modelo.

Veja, a seguir, os principais tipos disponíveis:

Certificados do tipo A

É o certificado de assinatura digital usado para validar documentos e arquivos virtuais e identificar quem os assina. Os principais modelos dessa classificação são:

Tipo A1

É um arquivo digital que pode ser armazenado no computador ou na nuvem. Sua validade é de 1 ano e tem um nível de segurança inferior ao tipo A3.

Entre as vantagens do modelo A1, estão:

  • Instalação em vários computadores e dispositivos móveis.
  • Uso simultâneo em diferentes equipamentos.
  • Impossibilidade de perda ou roubo, por ser um arquivo digital.
  • Possibilidade de backup.

Já as desvantagens incluem o prazo de validade de apenas um ano e, consequentemente, o custo de ter que renová-lo.

Tipo A3

Trata-se de um certificado físico, em forma de token, pendrive ou cartão com chip, que precisa de uma senha e de uma leitora específica.

A validade desse tipo de certificado é maior, podendo chegar a até 3 anos, portanto, o custo com as renovações acaba sendo menor.

Além disso, outras vantagens são:

  • Mais segurança, já que não pode ser copiado.
  • Maior mobilidade por estar em um aparelho físico.

Entre as desvantagens, estão:

  • Risco de perda ou roubo da mídia onde o certificado está armazenado.
  • Necessidade de uma leitora específica.
  • Impossibilidade de ser utilizado em vários equipamentos simultaneamente.

 

Certificados do tipo S

Esse modelo é o ideal para quem precisa de sigilo e confidencialidade nas transações. Ele permite a criptografia de documentos e, assim, só pode ser lido por certificados autorizados, garantindo maior segurança.

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Assim como os certificados do tipo A, ele conta com uma variedade de tipos, que se diferenciam em segurança e forma de armazenamento.

 

Certificados tipo T

É um certificado que atesta quando o documento foi emitido, informando data e hora. Pode ser utilizado em conjunto com outros tipos de certificados digitais, como forma de evitar adulterações e fraudes.

 

e-CPF 

Como o nome sugere, é a versão digital do CPF físico. Com ele, o titular pode realizar transações eletrônicas, como assinar contratos e procurações, e ter acesso a serviços pelo site da Receita Federal.

 

e-CNPJ

É a versão digital do CNPJ, com as mesmas funções do e-CPF, mas voltado a pessoas jurídicas. Esse modelo permite a empresas realizarem uma série de ações com segurança no ambiente virtual.

 

NF-e

Utilizado para garantir a autoria e a validade na emissão de documentos fiscais, permite a assinatura de notas fiscais eletrônicas (NF-e), nota fiscal avulsa eletrônica (NFA-e), nota fiscal de consumidor eletrônica (NFC-e) e nota fiscal de serviço eletrônica (NFS-e).

 

Qual certificado digital escolher?

Como você viu, os modelos de certificado digital têm vantagens e desvantagens e, por isso, devem ser selecionados com critério.

O tipo A é o mais indicado para profissionais liberais, pois permite que um documento digital seja assinado antes do envio. Já o tipo S é ideal para quem troca mensagens sigilosas, como profissionais do judiciário, pois tornam os conteúdos inacessíveis a quem não está autorizado a abri-los.

Outro modelo que confere mais segurança aos documentos é o certificado tipo T, que registra data e hora da emissão, evitando que esses dados sejam alterados. É um meio muito útil para dificultar, por exemplo, fraudes em ações judiciais.

O e-CNPJ permite acesso a vários serviços dos governos municipal, estadual e federal, mas não deve ser utilizado, por exemplo, para emissão de notas fiscais, já que teria de se conceder acesso a dados e senhas da empresa ao funcionário responsável. Nesse caso, é indicado o uso do certificado tipo NF-e, que não necessita o compartilhamento dessas informações.

Em relação aos microempreendedores individuais (MEI), a depender da legislação de cada estado ou cidade, pode ser obrigatório o uso de certificados digitais, caso o MEI emita notas fiscais eletrônicas.

Agora que você já conhece os tipos de certificados digitais e suas principais aplicações, está na hora de escolher o que mais se adapta a sua empresa ou seu serviço. Além de mais segurança em seus procedimentos online, você ganha mais mobilidade e produtividade  em suas rotinas empresariais do dia a dia.

Converse com seu contador e defina o melhor certificado para você. Na hora de emiti-lo, conte com a DIGISAN. Acesse nosso site e confira nossas opções.


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